Reforma Tributária no varejo farmacêutico: o que muda e como se preparar?
Reforma Tributária no Varejo Farmacêutico: tempo de mudanças mas de oportunidades. Confira dicas práticas como o UltraPDV pode te ajudar nesta transição.
O sistema tributário brasileiro está passando por uma das maiores transformações das últimas décadas. A chamada Reforma Tributária não é apenas uma mudança de nomes de impostos, mas uma reestruturação profunda na forma como o consumo será tributado no país.
Para o varejo farmacêutico, essas mudanças exigem atenção redobrada, pois impactam diretamente a formação de preços, a gestão de estoque, o fluxo de caixa e a conformidade fiscal das drogarias.
Além do cenário nacional, o Estado de São Paulo vive um movimento específico e antecipado, que merece destaque: o fim da Substituição Tributária (ST) para diversos produtos.
A Reforma Tributária no varejo farmacêutico o cenário daqui pra frente

A Reforma Tributária no Varejo Farmacêutico tem como um de seus principais objetivos simplificar a tributação sobre o consumo, substituindo modelos complexos e cumulativos por um sistema mais transparente, baseado no imposto cobrado na venda final ao consumidor.
Na prática, isso significa:
- Menor incidência de impostos pagos antecipadamente
- Mais foco no débito próprio na venda final
- Necessidade de cadastros fiscais corretos e atualizados
- Maior importância da tecnologia na apuração tributária
Para o varejo farmacêutico, que trabalha com milhares de itens, margens controladas e alta rotatividade de produtos, o saneamento fiscal dos cadastros passa a ser decisivo.
Entrar em 2026 com dados inconsistentes, classificações erradas ou regras antigas pode significar:
- Pagamento de imposto indevido
- Distorções de preço
- Risco fiscal e autuações
Atenção especial às drogarias de São Paulo: o fim da Substituição Tributária
Enquanto a Reforma Tributária avança em nível nacional, São Paulo já iniciou um movimento concreto alinhado a essa nova lógica:
a retirada gradual de produtos do regime de Substituição Tributária (ST).
A ST sempre representou uma antecipação do imposto, recolhido pela indústria ou distribuidor antes da venda ao consumidor final.
Com a mudança das regras, diversos produtos passam a:
- Sair do regime de ST
- Voltar à tributação na venda final
- Exigir nova parametrização fiscal no PDV
Essa transição afeta diretamente o dia a dia das drogarias paulistas.
O cenário “para trás”: créditos que estão dentro do estoque
Aqui está um ponto crítico — e muitas vezes ignorado.
Quando um produto sai do regime de Substituição Tributária, as empresas que possuem estoque com ICMS-ST já recolhido antecipadamente podem ter direito à recuperação desse imposto pago a maior.
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Ou seja:
- Existe dinheiro já pago
- Que ficou “embutido” no custo do estoque
- E que pode ser apurado e recuperado, conforme a legislação
Sem uma análise técnica adequada, esses valores simplesmente se perdem no tempo, permanecendo como custo oculto dentro da empresa.
Por isso, o olhar para o passado é tão importante quanto a preparação para o futuro.
O cenário “para frente”: como se preparar para 2025 e 2026
Além da recuperação de créditos, o varejo precisa se preparar para o novo modelo tributário que está se consolidando.
Isso envolve:
- Revisão e saneamento dos cadastros fiscais
- Correta parametrização de CST, CFOP, NCM e regras tributárias
- Adequação dos sistemas de gestão à nova realidade
- Monitoramento constante das atualizações legais
Sem tecnologia e apoio especializado, fazer isso manualmente se torna inviável — especialmente em drogarias com milhares de SKUs ativos.
Tecnologia e apoio especializado como aliados
Diante desse cenário duplo — olhar para trás para recuperar créditos e olhar para frente para evitar impostos indevidos —, o uso de sistemas de gestão preparados e o apoio de consultorias especializadas se tornam fundamentais.
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O UltraPDV – melhor sistema de gestão de drogarias do mercado, em conjunto com parceiros tributários, permite:
- Organização e saneamento dos dados fiscais
- Adequação dos campos tributários no sistema
- Apoio técnico para atravessar a transição fiscal com segurança
- Base sólida para operar conforme a legislação vigente
Saiba mais do UltraPDV em: Gestão de Drogarias: O Caminho Eficiente para o Sucesso
Conclusão
A Reforma Tributária no Varejo Farmacêutico não é apenas uma mudança futura — ela já está em curso.
No varejo farmacêutico, especialmente em São Paulo, o fim da Substituição Tributária antecipa esse novo modelo e exige ação imediata.
O momento pede uma visão estratégica em duas direções:
- Para trás, identificando e recuperando créditos que estão dentro do estoque
- Para frente, preparando sistemas, cadastros e processos para operar corretamente a partir de 2025 e 2026
Mais do que uma obrigação fiscal, essa transição representa uma oportunidade de organização, eficiência e proteção financeira para as drogarias que se anteciparem.
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